PROJETO H.A.A.R.P, A MÁQUINA DE DESTRUIÇÃO GLOBAL
PROJETO HAARP
Por Ralph Proêńçâ
A sigla do projeto de pesquisa norte-americano HAARP significa High Frequency Active Auroral Research Program, (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência)
Oficializado em 1993, a principio diziam que se tratava apenas de um programa científico destinado a estudar às propriedades e o comportamento da ionosfera (camada superior da atmosfera terrestre), particularmente, para melhor compreensão do funcionamento das transmissões de ondas de rádio nessa altitude e às influências nos sistemas de localização como o GPS.
Projeto HAARP
O HAARP iniciou seu programa em 1990 como uma iniciativa do Congresso para expandir o conhecimento da atmosfera superior da Terra e seus efeitos na propagação de ondas de rádio. Uma ênfase particular foi colocada em ser capaz de entender e usá-lo para melhorar os sistemas de comunicação e vigilância para fins civis e militares.
Entre 1990 e 2014, o HAARP foi um programa gerenciado conjuntamente pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) e pela Marinha dos Estados Unidos. Com o objetivo de pesquisar as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre que podem afetar os sistemas militares e civis de comunicação e navegação.
A operação da instalação de pesquisa foi transferida para a University of Alaska Fairbanks em 11 de agosto de 2015, permitindo que o HAARP continue com a exploração da fenomenologia ionosférica por meio de um acordo cooperativo de pesquisa e desenvolvimento.
O terreno em que o HAARP foi construído foi originalmente adquirido pela USAF para construir um radar de retroespalhamento além do horizonte. O fim da Guerra Fria em 1991 e a mudança nas prioridades de financiamento levaram ao cancelamento do radar antes do início de sua construção.
A USAF selecionou Gakona, Alasca, como local para o HAARP porque atendeu aos critérios de seleção do local de (1) estar dentro da zona auroral, (2) perto de uma rodovia principal para acesso durante todo o ano, (3) longe de áreas densamente povoadas, ruído elétrico e luzes, (4) em terreno relativamente plano, (5) de construção realista e razoável e custos operacionais, e (6) impactos ambientais mínimos.
A localização das antenas do projeto HAARP é 62°23’30.0″N 145°09’00.0″W e pode ser vista no Google Maps.
Atualmente, dizem não existir mais militares nas instalações e o HARRP não é um projeto classificado como sigiloso. Isso é o que querem que acreditemos!
Pelo contrário, um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) foi conduzido durante 1992-1993 de acordo com a Lei de Política Ambiental Nacional e os documentos do processo de impacto ambiental sempre foram de domínio público. Porém, nada dizem sobre as verdadeiras ações e intenções do Projeto...
Ionosfera
Nossa ionosfera terrestre se estende aproximadamente de 60 a 1000 km acima da superfície do Planeta, bem na borda do vácuo espaçial. E recebe esse nome por conter muitas partículas ionizadas positivamente (íons) e elétrons livres. O maior agente de ionização da ionosfera é o Sol, cuja radiação nas bandas de raio-x e ultravioleta insere grande quantidade de elétrons livres em seu meio.
Devido à sua composição, a ionosfera reflete ondas de rádio até aproximadamente 30 MHz. Assim, a reflexão ionosférica é explorada por sistemas de radiodifusão com as antenas de transmissão em ângulo baixo. Com isso, o sinal transmitido pode atingir centenas ou mesmo milhares de quilômetros de distância.
Seu estudo é necessário para entender os melhores horários para essas transmissões, por exemplo. A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, como hora do dia, estação do ano e ciclo de máxima atividade solar que acontece a cada 11 anos.
Como funciona o HAARP
O HAARP é um transmissor de alta potência e alta frequência (HF – High Frequency) e o equipamento principal do Ionospheric Research Instrument (IRI) – instrumento ativo, pois emite ondas eletromagnéticas. Os instrumentos científicos passivos instalados no Observatório HAARP também podem ser usados para uma variedade de esforços de pesquisa contínua como caracterização ionosférica usando balizas de satélite, observação telescópica da fina estrutura da aurora e documentação de variações de longo prazo na camada de ozônio.
O equipamento em si é uma matriz de fases de 180 antenas dipolo cruzadas HF espalhadas por 33 acres (0,14 km²) e capaz de irradiar 3,6 megawatts na atmosfera superior e na ionosfera. As frequências de transmissão são selecionáveis na faixa de 2,7 a 10 MHz e, uma vez que as antenas formam um sofisticado conjunto de fases, o feixe transmitido pode assumir várias formas, pode ser digitalizado em uma ampla faixa angular e múltiplos feixes podem ser formados. A instalação usa 30 abrigos transmissores, cada um com seis pares de transmissores de 10 quilowatts, para atingir a potência de transmissão de 3,6 MW.
Os transmissores de rádio HF são usados para aquecer pequenas regiões da ionosfera e observar os efeitos. Para pesquisas espaciais tradicionais usando observações terrestres ou experimentos em foguetes de sondagem, pode levar um tempo extremamente longo (dias, semanas e até anos) para obter as condições aéreas naturais desejadas.
Satélites podem acumular bancos de dados muito maiores, mas é difícil coordenar o satélite com os fenômenos desejados. Com uma instalação como o HAARP, é possível realizar um experimento à vontade para criar estruturas e irregularidades de plasma, usar a ionosfera como uma antena para excitar ondas de baixa frequência, criar brilhos luminosos fracos semelhantes a auroras e uma variedade de outros experimentos.
Efeitos ambientais
Uma vez que a ionosfera é inerentemente um meio turbulento que está sendo agitado e renovado pelo Sol, os efeitos induzidos artificialmente são rapidamente obliterados. Dependendo da altura dentro da ionosfera onde o efeito é originalmente produzido, esses efeitos não são mais detectáveis após tempos que variam de menos de um segundo a 10 minutos. Uma boa analogia para esse processo é deixar cair uma pedra em um riacho em movimento rápido. As ondulações causadas pela pedra são rapidamente perdidas na água que se move rapidamente e são completamente indetectáveis um pouco mais a jusante.
- Isso é o que querem que acreditemos!
O transmissor HF de alta potência é um sistema fixo e as intensidades de campo associadas ao seu sistema de antena diminuem de maneira metódica conhecida com a distância da antena. A taxa de diminuição é inversamente proporcional à distância, e a força cai rapidamente para níveis típicos daqueles encontrados nas proximidades de estações de transmissão AM/FM/TV. Não há locais dentro ou fora do local onde o campo eletromagnético exceda os padrões de segurança para exposição conforme definido pelo IEEE/ANSI C95.1-1992 e Relatório NCRP nº 86.
"A água das nuvens e da chuva é um pouco opaca para ondas de rádio de comprimento de onda mais curto. A faixa de micro-ondas que pode interagir com a água, o que é feito em fornos de micro-ondas para aquecer alimentos através do aumento da agitação das moléculas de água contidas neles. Nos radares meteorológicos, feixes são utilizadas para medir a localização de nuvens muito densas e gotículas de chuva, assim como pedras de gelo. No entanto, seria necessário um micro-ondas absurdamente poderoso para ferver uma nuvem de qualquer tamanho significativo"
- Se as ondas de rádio emitidas interagem com cargas e correntes elétricas, porquê não interagem significativamente com a troposfera?
Além disso, já sabemos que às tempestades ionosféricas causadas pelo próprio Sol também afetam o clima da superfície, então como não há chances de que o HAARP também possa? As interações eletromagnéticas ocorrem apenas no vácuo próximo da região rarefeita, mas eletricamente carregada da atmosfera conhecida como ionosfera.
A aurora natural é criada quando partículas de energia muito alta em uma região do espaço conhecida como magnetosfera são arrastadas em direção aos pólos magnéticos da Terra e colidem com moléculas de gás existentes na atmosfera superior.
- A energia envolvida neste processo é enorme e é totalmente natural!
Porém, os cientistas americanos continuam afirmando que a energia gerada no HAARP é tão mais fraca do que esses processos naturais e que é incapaz de produzir o tipo de exibição óptica observada durante uma aurora.
Sendo que emissões ópticas fracas e repetíveis foram formadas usando HAARP (e relatadas na literatura científica) mas observadas usando câmeras muito sensíveis.
- Mas, também não dizem que às emissões de energias emitidas pelas antenas do HAARP também podem ser potencializador e assim alterar a geração de energia eletromagnética nas camadas atmosféricas sem que ninguém saiba!
As últimas operações ativas do Instrumento de Pesquisa Ionosférica foram concluídas em outubro de 2022. As campanhas são executadas por grupos de cientistas que colaboram para conduzir pesquisas ionosféricas interativas. O HAARP não é o único aquecedor ionosférico da Terra.
- Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo!
O outro lado da moeda
A verdade é que o HAARP é um assunto de interesse global devido ao seu considerável impacto no meio ambiente e exige que aspectos legais, ecológicos e éticos sejam investigados por um organismo internacional independente antes de continuar com suas pesquisas e ensaios; lamento que o Governo dos Estados Unidos tenha recusado repetidamente enviar um representante para testemunhar sobre os riscos ambientais e para a população mundial.
Em 2002, o Parlamento Russo também questionou o projeto em um relatório oficial do governo. De acordo com documentos organizados pelos russos, os EUA estavam desenvolvendo uma “Arma Geofísica”, inovando totalmente o conceito de armamento já conhecido pelo mundo moderno.
Com essa arma, o Governo americano poderá manipular a baixa atmosfera terrestre e movimentar placas tectônicas (o que já está acontecendo em todo o Planeta) mudar a temperatura atmosférica e ainda o nível de radiação que pode passar pela camada de ozônio. A consequência da primeira questão é a possibilidade de gerar terremotos (...).
O portal de notícias venezuelano ViVe relatou que possuí documentos que certificam que o HAARP foi o responsável pelo terremoto do Haiti em 2010, alterando suas propriedades geofísicas a fim de testar o potencial de seu novo artefato militar.
A última teoria levantada por estudiosos a respeito do programa, fala sobre o bloqueio militar que o HAARP pode causar mundialmente aos outros Países. Com esta tecnologia, às Forças Armadas americanas podem danificar e até mesmo interditar frequências de comunicação e localização, por exemplo. Assim, apenas os EUA teriam acesso a esse tipo de informação, causando um total “blackout” geográfico em todo o Planeta.
Em 2014, o vice-secretário assistente da Força Aérea para a Ciência, Tecnologia e Engenharia dos EUA anunciou o encerramento do projeto, alegando que ele foi criado "para injetar energia na ionosfera para ser capaz de realmente controlá-la. "Mas que tal trabalho já foi concluído..."
Em 2015 eu estive no Maranhão e conheci a s Sede do Centro de Desenvolvimento Aeroespacial Brasileiro localizado naquele Estado e, é onde também estão instaladas às antenas do Projeto HAARP americano em nosso País...
A grande verdade é que desde quando às atividades do HAARP se iniciaram em nosso Continente Brasileiro, milhares de acontecimentos caóticos e desastrosos a nível climático só se agigantaram em nosso País, atingindo inclusive países vizinhos na nossa América do Sul e Central.
Todos os Países do mundo que receberam às antenas do HAARP até hoje sofrem com consequências climáticas drásticas e desastrosas para suas nações... seria aqui até redundante, mas, não posso deixar de repetir: Terremotos, inundações, Tsunamis, alterações climáticas absurdas, chuvas, tempestades e furações espalhados por todo o Globo terrestre, todas estas tormentas, calamidades e desastres só tiveram início com a expansão do Projeto HAARP pelo Planeta. Inclusive o surgimento dos fenômenos metereológicos conhecidos com "El ninho e Lá minha" (...)!
- Não podemos esquecer que às tragédias Climaticas tambem geram mortes humanas e grande escala, o que colabora para o plano sinistro global de despovoamento em massa da Terra, obedecendo os critérios do Fórum Econômico Mundial de Dávos, que prevê a conclusão deste propósito até 2030!
Ralph Proêńçâ
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