FIBROMIALGIA
O diagnóstico da Fibromialgia é feito a partir da análise de vários critérios. Há algum tempo, a pressão exercida em alguns pontos do corpo era um desses exames, mas atualmente o problema é diagnosticado a partir da exclusão de outras doenças.
Ou seja: não há um teste que comprove ou descarte a Fibromialgia. Na verdade, ela é diagnosticada a partir da análise de sintomas e da exclusão de outras possíveis causas para os sinais apresentados. Por isso, são solicitados exames como:
- Hemograma completo;
- Testes de tireoide;
- Dosagem de vitamina D;
- Dosagem de anticorpos para a doença celíaca, entre outros.
O tratamento é dividido em duas estratégias distintas: a medicamentosa e a integrativa.
No caso dos remédios utilizados, o foco é melhorar a dor do paciente e ajudá-lo a se sentir melhor, inclusive no que diz respeito ao sono e ao controle do estresse. Sendo assim, medicamentos como antidepressivos, analgésicos e anticonvulsivantes podem ser aplicados com sucesso.
As Terapias Integrativas incluem estratégias que também ajudam a reduzir a dor e o estresse. Exemplos são a fisioterapia, a terapia ocupacional, psicoterapia e terapias vibracionais como o Reiki e a Radiestesia, que melhoram a relação do paciente consigo mesmo e reduz às crises emocionais.
O acúmulo de estresse pode ser um grande gatilho para que as crises de Fibromialgia ocorram.
Então, um estilo de vida saudável é uma ótima maneira de reduzir a sua incidência, fazendo com que o paciente se sinta melhor e tenha mais qualidade de vida.
Por isso, boas práticas para melhorar essa questão são:
- Reduzir o estresse;
- Praticar atividades físicas;
- Limitar o consumo de álcool;
- Evitar o tabagismo;
- Ter uma alimentação equilibrada;
- Buscar horários bem definidos para dormir e acordar, regulando o relógio biológico;
- Se hidratar ao longo do dia, entre outros.
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