FIBROMIALGIA

         FIBROMIALGIA, MAS AFINAL DE 
         CONTAS, QUE DOENÇA É ESSA?

Ralph Proêńçâ

Incluída na Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2004, sob o código CID 10 M79. 7, a FIBROMIALGIA é uma síndrome multifatorial, de causa ainda desconhecida, crônica e sem cura. Em sua maioria, a doença atinge mulheres entre 30 e 55 anos.

O diagnóstico da Fibromialgia é feito a partir da análise de vários critérios. Há algum tempo, a pressão exercida em alguns pontos do corpo era um desses exames, mas atualmente o problema é diagnosticado a partir da exclusão de outras doenças.

Ou seja: não há um teste que comprove ou descarte a Fibromialgia. Na verdade, ela é diagnosticada a partir da análise de sintomas e da exclusão de outras possíveis causas para os sinais apresentados. Por isso, são solicitados exames como:

  • Hemograma completo;
  • Testes de tireoide;
  • Dosagem de vitamina D;
  • Dosagem de anticorpos para a doença celíaca, entre outros. 
TRATAMENTO 

O tratamento é dividido em duas estratégias distintas: a medicamentosa e a integrativa.

No caso dos remédios utilizados, o foco é melhorar a dor do paciente e ajudá-lo a se sentir melhor, inclusive no que diz respeito ao sono e ao controle do estresse. Sendo assim, medicamentos como antidepressivos, analgésicos e anticonvulsivantes podem ser aplicados com sucesso.


As Terapias Integrativas incluem estratégias que também ajudam a reduzir a dor e o estresse. Exemplos são a fisioterapia, a terapia ocupacional, psicoterapia e terapias vibracionais como o Reiki e a Radiestesia, que melhoram a relação do paciente consigo mesmo e reduz às crises emocionais.

O acúmulo de estresse pode ser um grande gatilho para que as crises de Fibromialgia ocorram.

 Então, um estilo de vida saudável é uma ótima maneira de reduzir a sua incidência, fazendo com que o paciente se sinta melhor e tenha mais qualidade de vida.

Por isso, boas práticas para melhorar essa questão são:

  • Reduzir o estresse;
  • Praticar atividades físicas;
  • Limitar o consumo de álcool;
  • Evitar o tabagismo;
  • Ter uma alimentação equilibrada;
  • Buscar horários bem definidos para dormir e acordar, regulando o relógio biológico;
  • Se hidratar ao longo do dia, entre outros.
Ralph Proêńçâ                                                   BioTerapeuta 



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